Segunda-feira, 24 de agosto de 2026, 20:39

situs toto

toto togel

bandar togel

toto togel

toto togel

toto slot

slot resmi

situs togel

toto slot

link gacor

situs toto

slot gacor

situs togel

toto slot

situs slot

situs toto

slot gacor

situs gacor

link gacor

bandar togel

link slot

link togel

situs togel

situs slot

slot online

cabe4d daftar

toto togel

link slot

toto togel

situs toto

idikepulauanselayar.org

idipinrang.org

idibulungan.org

iditanatoraja.org

iditorajautara.org

pafikabupatenbuleleng.org

pafikabupatensigi.org

togel online

situs slot

situs togel

togel online

situs toto

toto togel

toto togel

situs gacor

link gacor

situs togel

situs slot

situs toto

link togel

situs slot

toto togel

bandar togel

situs toto

link slot

situs gacor

toto slot

situs slot

link slot

situs gacor

link slot

situs slot

toto slot

situs slot

toto slot

toto togel

situs slot

situs toto

togel online

toto 4d

link gacor

link togel

situs togel

situs toto

link gacor

slot gacor hari ini

togel 4d

toto

togel resmi

situs toto

link slot

slot gacor

slot online

situs slot

idihulusungaitengah.org

idisoppeng.org

idiluwutimur.org

idiluwuutara.org

idibulukumba.org

pafikabupatenbangli.org

pafikabupatenkayong.org

Setembro: Copa do Mundo no Brasil: vale a pena?

da redação - 9 de set de 2007 às 14:49 774 Views 0 Comentrios
Setembro: Copa do Mundo no Brasil: vale a pena?

Neste mês de agosto, aconteceu a apresentação das cidades concorrentes à serem uma das sub-sedes da Copa 2014 - caso ela seja realizada no Brasil - aos cinco representantes da Fifa que vieram ao Brasil e realizaram vistoria in loco em cinco das 18 concorrentes. As outras treze, onde inclui-se Campo Grande, apresentaram suas candidaturas na sede da CBF, no Rio de Janeiro-RJ. Cada uma utilizou-se dos mais variados elementos típicos para impressionar a comissão: apresentações folclóricas, danças, culinária, artesanato e outros. A sala de eventos da CBF tornou-se um verdadeiro carnaval durante três dias, podendo-se observar dançarinas nos ritmos dos frevos, baiões, sertanejos e até o bumba-meu-boi. A cidade de Campo Grande apresentou uma verdadeira comitiva política, com governador e prefeito apresentando a Capital de Mato Grosso do Sul - ou do Pantanal, como gostam de entitular-se, assim como faz Cuiabá, capital de Mato Grosso. A semelhança entre as candidaturas de Campo Grande e Cuiabá foi nítida. Certas de que uma das vagas fica com a região do Pantanal, cada uma fez questão de abraçar a reserva ecológica como seu melhor cabo eleitoral.

Campo Grande aposta na localização da cidade, no clima, na organização viária, na fronteira do Estado com Bolívia e Paraguai, nos 70% da área do Pantanal, na segurança pública, no sistema de saúde, no potencial turístico, no projeto de reestruturação do Morenão e no apoio da classe política e da população. Como ponto negativo, a ressalva feita pela Fifa, segundo o ex-jogador de futebol Carlos Alberto Torres (capitão da seleção brasileira de 70), do pequeno público nos jogos do Estadual de Mato Grosso do Sul. A Fifa achou a média de público de 3 a 4 mil muito baixa; todos sabemos, porém, que essa média é ainda menor. Já Cuiabá, além de reconstruir praticamente todo o estádio Verdão, consta no caderno de encargos entregue à CBF no mês de julho reformas de hospitais, ampliação de ruas e avenidas, reformas e ampliação da rede hoteleira, reformas nas áreas de saúde e educação.

Esta candidatura do Brasil para a Copa é sinal de que a ordem política do país percebeu a força do esporte, no envolvimento das pessoas com ele, na emoção que ele transmite e como essas características podem ser utilmente usadas nos palanques. O problema é que o país não está pronto para isso. Não tinha condições de realizar o Pan, assim como não tem condições de sediar a Copa do Mundo em 2014 ou as Olimpíadas em 2016. O Brasil é um país de terceiro mundo e não adianta os ufanistas espernearem: países de terceiro mundo não podem se dar ao luxo de sediar eventos deste porte, enquanto temos problemas tão graves e cruéis, como a violência nas grandes cidades, a fome por todo o país, a crise política que só não enxerga quem não quer e tantos outros problemas. Em outros tempos, esses eventos geravam menos gastos. O Brasil teve um boom populacional que gerou problemas estruturais gravíssimos. Os esforços da classe política deveriam estar voltados para a diminuição destes problemas.

O esporte é sim um belo investimento. Prática que diminui os abismos sociais existentes em nosso país, que contribui ricamente para a educação e saúde de nossas crianças. Porém, investir em grandes eventos não é investir no esporte, é desperdiçar um dinheiro que não está sobrando, dos cofres públicos, para pagar um alojamento de primeiro mundo para um atleta gringo, enquanto milhões de brasileiros sofrem nas favelas. Tivessem os 4 bilhões de reais gastos no Pan sido investidos verdadeiramente em esporte, tantos programas nas categorias de base poderiam ter sido implantados, tantos novos talentos formados. Este dinheiro poderia ser investido em moradia, educação, saúde, segurança, saneamento básico. Mas foi investido no badalado Pan: os atletas estrangeiros vieram, desfrutaram da infra-estrutura montada com o dinheiro público, conquistaram as medalhas e foram embora. O que ficou para o Brasil, para o Rio de Janeiro, foi uma dúzia de estádios modernos. A violência, o tráfico e outros problemas cariocas continuam os mesmos. Para nossos políticos o Pan foi um sucesso. Grandes eventos sempre são sucessos e não são esquecidos, pois eles não se cansarão de lembrar-lhe nos palanques em 2008 e 2010.

O caso da Copa 2014 pode ser diferente, pois cada sub-sede seria responsável pelos seus gastos e em um único esporte. Porém, é necessária uma fiscalização para que não hajam exageros, nem gastos desproporcionais. O exemplo negativo do Pan Rio 2007 é este: previsão de 400 milhões, gastos de 4 bilhões. Seria belíssimo termos uma Copa do Mundo no Brasil, ainda mais com Campo Grande como uma das sub-sedes, mas a reflexão é pertinente: valeria mesmo a pen

Comentários

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos com * são obrigatórios.