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“Perder não é sinônimo de desistir”, diz jovem atleta de futsal de Rio Verde

da redação - 19 de dez de 2025 às 15:25 111 Views 0 Comentários
“Perder não é sinônimo de desistir”, diz jovem atleta de futsal de Rio Verde Da Redação

“Perder não é sinônimo de desistir. É levantar e tentar de novo.” A frase resume a forma como Paulo Henrique Amorim dos Anjos, jovem atleta de futsal de Mato Grosso do Sul, encara o esporte e os desafios que surgem no caminho. Nascido em 2008, em Rio Verde de Mato Grosso do Sul, ele constrói sua trajetória nas quadras a partir de experiências simples, marcadas pela persistência e pelo aprendizado diário.

 

O contato com o futsal aconteceu de maneira natural. Segundo Paulo Henrique, o interesse pelo esporte veio cedo, impulsionado pela convivência com amigos e pelo gosto pelo futebol. “Sempre gostei de futebol. Um amigo meu me chamou para entrar na escolinha de futebol”, relembra. A partir desse convite, o esporte passou a fazer parte da rotina e, aos poucos, deixou de ser apenas lazer para se tornar um projeto pessoal.

 

Como acontece com muitos atletas em formação, os primeiros passos não foram livres de dificuldades. O início foi marcado por inseguranças comuns à fase de aprendizado. “Muitos desafios e muito medo de errar”, conta. O receio de falhar, no entanto, não foi suficiente para afastá-lo das quadras. Pelo contrário, tornou-se parte do processo de amadurecimento dentro do esporte.

 

Representar Mato Grosso do Sul em competições é apontado por Paulo Henrique como um dos momentos mais significativos da sua caminhada até agora. “Uma emoção muito grande representar nosso Mato Grosso do Sul”, afirma. A participação em torneios e eventos esportivos ampliou a percepção sobre a responsabilidade de vestir a camisa do estado e reforçou o sentimento de pertencimento.

 

Entre as experiências mais marcantes da trajetória, ele destaca os Jogos Escolares. “Uma trajetória que jamais vou esquecer”, resume. A competição escolar aparece como um ponto de virada, não apenas pelos resultados, mas pelo contato com outros atletas, pela vivência competitiva e pela oportunidade de crescimento pessoal dentro e fora das quadras.

 

A rotina, segundo ele, exige organização e disciplina. Conciliar treinos, estudos e vida pessoal nem sempre é simples. “É bem corrido, mas está dando certo”, relata. O equilíbrio entre as responsabilidades é tratado como parte essencial do processo, especialmente em uma fase em que a formação educacional caminha junto com o desenvolvimento esportivo.

 

Quando questionado sobre referências, Paulo Henrique não cita nomes específicos. Para ele, os valores são mais importantes do que exemplos individuais. “Disciplina sempre e foco”, resume. A resposta reforça a ideia de que o comportamento diário e a postura diante dos desafios têm peso significativo na construção da sua trajetória.

 

Dentro de quadra, ele identifica como pontos fortes fundamentos básicos do futsal. “Chute, passe, domínio e recepção”, enumera. O destaque para esses aspectos revela a preocupação com fundamentos técnicos e com a execução correta do jogo, elementos essenciais para quem busca evolução contínua.

 

Os momentos difíceis também fazem parte do percurso. Para Paulo Henrique, as derrotas não representam o fim do caminho. “Perder não é sinônimo de desistir. É levantar e tentar de novo”, afirma. A frase evidencia uma compreensão madura sobre o esporte, onde o erro é tratado como aprendizado e não como fracasso definitivo.

 

O olhar para o futuro é pautado pela continuidade no esporte e por objetivos claros. “Nunca parar de praticar esporte. Sonhos: a Copinha e o profissional”, diz. O desejo de disputar competições de maior visibilidade e alcançar o nível profissional aparece como meta, sem perder de vista a importância da prática esportiva ao longo da vida.

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