Da Redação
O contato com a bola começou ainda na infância para Pietro Crizanto de Sena. Influenciado pelo pai e pelo tio, que jogavam futebol, ele passou a acompanhar as partidas e, aos quatro anos, já praticava futsal na ONG Gol de Letra. Desde então, o atleta de Mato Grosso do Sul passou por projetos e equipes, disputou competições no futebol de campo e nas quadras e definiu como principal objetivo seguir carreira no futsal.
“Futebol entrou na minha vida desde pequeno, pois meu pai jogava e meu tio também. Eu ficava olhando eles jogarem e gostei demais desse esporte. Com quatro anos, eu já estava jogando futsal na ONG Gol de Letra”, conta.
O futsal foi, portanto, a primeira modalidade praticada por Pietro. O contato com o futebol de campo aumentou posteriormente, principalmente depois de uma oportunidade de realizar um teste no Azuriz. A experiência fez com que ele também passasse a se interessar pela modalidade.
“Eu comecei no futsal primeiro e gosto bastante. Só que fui fazer um teste no Azuriz e comecei a gostar mais de futebol de campo”, relata.
Durante sua trajetória, Pietro passou pela ONG Gol de Letra, pelo Pro Gol e pelo DAC. As experiências também possibilitaram a participação em diferentes competições. Entre elas estão os Jogos da Juventude de Mato Grosso do Sul (Jojums), representando a Escola Eufrosina Pinto, e o Campeonato Estadual de futebol de campo pelo DAC.
A campanha no Estadual está entre as lembranças destacadas pelo atleta. “Disputei o Jojums pela Escola Eufrosina e o Estadual de campo pelo DAC. O mais marcante foi o Estadual de campo, pois conseguimos chegar até a semifinal”, afirma.
Outro momento citado por Pietro aconteceu na Rey Cup. Na competição, ele terminou como artilheiro e conquistou o título. “Tem um campeonato chamado Rey Cup em que consegui ser artilheiro e campeão”, lembra.
Atualmente, Pietro divide sua rotina entre as duas modalidades. Durante a semana, os compromissos estão concentrados no futsal, enquanto os finais de semana são destinados ao futebol de campo.
“É meio corrido, pois faço um pouco de cada. De segunda a sexta-feira, faço futsal e, no sábado e domingo, jogo futebol de campo”, explica.
A experiência nas duas modalidades também permite que Pietro identifique características que podem ser aproveitadas tanto nas quadras quanto no gramado. Para ele, a velocidade das jogadas no futsal exige tomada de decisão em pouco tempo.
“Na parte física e técnica, o futsal exige mais, pois é um jogo muito rápido. Tem que ter raciocínio rápido e técnica para poder executar os passes e os chutes”, avalia.
Ele também considera que os fundamentos desenvolvidos nas quadras contribuem para seu desempenho no futebol de campo. Entre os pontos citados estão a rapidez de raciocínio, a preparação física e os dribles.
“Eu acredito que o futsal ajuda, pois ganho raciocínio rápido, físico e também os dribles que dá para executar no campo”, diz.
Apesar de manter atividades nas duas modalidades, Pietro já tem uma preferência quando pensa nos próximos passos no esporte. O objetivo é conseguir uma oportunidade em uma equipe e priorizar a carreira no futsal.
“Meu objetivo é conseguir entrar em algum time, de preferência no futsal. Eu prefiro o futsal ao campo”, afirma.
Nesse caminho, Pietro destaca a participação da família e do professor Giba. Segundo ele, mãe, pai e treinador tiveram papel em sua continuidade no esporte e no desenvolvimento ao longo dos anos.
“Minha família me ajudou bastante, minha mãe, meu pai e também meu professor Giba, que acreditou no meu potencial”, conta.
Da criança que começou a jogar aos quatro anos até as participações em competições estaduais, Pietro mantém um objetivo para os próximos anos. Depois das experiências no futebol de campo e no futsal, ele aponta onde pretende chegar: “Meu sonho é poder jogar na Seleção Brasileira de Futsal”.