Terça-feira, 01 de setembro de 2026, 12:50

situs toto

toto togel

bandar togel

toto togel

toto togel

toto slot

slot resmi

situs togel

toto slot

link gacor

situs toto

slot gacor

situs togel

toto slot

situs slot

situs toto

slot gacor

situs gacor

link gacor

bandar togel

link slot

link togel

situs togel

situs slot

slot online

cabe4d daftar

toto togel

link slot

toto togel

situs toto

idikepulauanselayar.org

idipinrang.org

idibulungan.org

iditanatoraja.org

iditorajautara.org

pafikabupatenbuleleng.org

pafikabupatensigi.org

togel online

situs slot

situs togel

togel online

situs toto

toto togel

toto togel

situs gacor

link gacor

situs togel

situs slot

situs toto

link togel

situs slot

toto togel

bandar togel

situs toto

link slot

situs gacor

toto slot

situs slot

link slot

situs gacor

link slot

situs slot

toto slot

situs slot

toto slot

toto togel

situs slot

situs toto

togel online

toto 4d

link gacor

link togel

situs togel

situs toto

link gacor

slot gacor hari ini

togel 4d

toto

togel resmi

situs toto

link slot

slot gacor

slot online

situs slot

idihulusungaitengah.org

idisoppeng.org

idiluwutimur.org

idiluwuutara.org

idibulukumba.org

pafikabupatenbangli.org

pafikabupatenkayong.org

Metade da população de Norte e Centro-Oeste vive sem futebol

da assessoria - 1 de jun de 2020 às 08:46 288 Views 0 Comentrios
Metade da população de Norte e Centro-Oeste vive sem futebol (Foto: Franz Mendes)

Os problemas decorrentes da estrutura do calendário do futebol brasileiro afetam as cinco regiões do país. Dentre elas, a região Norte talvez seja a mais afetada por problemas logísticos em disputas nacionais, já que a maioria dos clubes está concentrada mais ao sul do país. No entanto, não é só a logística que afeta a região, a falta de profissionalização e organização de torneios faz com que o futebol profissional seja privilégio para alguns poucos clubes que ainda conseguem se manter em um calendário que dura, em média, apenas 24% de sua capacidade, o equivalente a menos de 3 meses de atividade por ano. A pequeuna quantidade de clubes em alguns estados também espanta, caso do Amapá que contou com apenas 5 clubes profissionais em atividade no ano de 2019, enquanto o Pará, que conta com as equipes mais tradicionais da região, teve a menor taxa de utilização do calendário do país, apenas 19,3%.

Se os problemas logísticos não afetam a região Centro-Oeste da mesma maneira que afetam o Norte, é por lá que talvez se encontre o maior potencial desperdiçado por uma unidade de federação. Em 2019, o Distrito Federal, U.F. com 8º maior PIB do país, contou com apenas dois clubes disputando alguma divisão nacional, ambos na Série D. Já no estado de Goiás, onde ficam os clubes mais famosos da região, a taxa média de utilização do calendário foi de apenas 26,7% em 2019, equivalente a 3 meses de atividade por equipe.

O Raio X do futebol no Norte e Centro-Oeste evidencia, não apenas os problemas que o calendário de ambas as regiões carrega, mas também as oportunidades pouco exploradas.

Comentários

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos com * são obrigatórios.