Sexta-feira, 07 de agosto de 2026, 06:18

situs toto

toto togel

bandar togel

toto togel

toto togel

toto slot

slot resmi

situs togel

toto slot

link gacor

situs toto

slot gacor

situs togel

toto slot

situs slot

situs toto

slot gacor

situs gacor

link gacor

bandar togel

link slot

link togel

situs togel

situs slot

slot online

cabe4d daftar

toto togel

link slot

toto togel

situs toto

idikepulauanselayar.org

idipinrang.org

idibulungan.org

iditanatoraja.org

iditorajautara.org

pafikabupatenbuleleng.org

pafikabupatensigi.org

togel online

situs slot

situs togel

togel online

situs toto

toto togel

toto togel

situs gacor

link gacor

situs togel

situs slot

situs toto

link togel

situs slot

toto togel

bandar togel

situs toto

link slot

situs gacor

toto slot

situs slot

link slot

situs gacor

link slot

situs slot

toto slot

situs slot

toto slot

toto togel

situs slot

situs toto

togel online

toto 4d

link gacor

link togel

situs togel

situs toto

link gacor

slot gacor hari ini

togel 4d

toto

togel resmi

situs toto

link slot

slot gacor

slot online

situs slot

idihulusungaitengah.org

idisoppeng.org

idiluwutimur.org

idiluwuutara.org

idibulukumba.org

pafikabupatenbangli.org

pafikabupatenkayong.org

Entre treinos e viagens, Duda encontra no vôlei um espaço para crescer

da redação - 16 de jun de 2026 às 16:15 116 Views 0 Comentrios
Entre treinos e viagens, Duda encontra no vôlei um espaço para crescer Da Redação

Aos 14 anos, a atleta Maria Eduarda Ratier Alcântara, a Duda, já acumula experiências em campeonatos, viagens e uma rotina intensa dentro do voleibol. Natural de Maracaju, no interior de Mato Grosso do Sul, ela encontrou no esporte uma forma de ocupar o tempo, desenvolver disciplina e construir objetivos dentro das quadras.

 

Maria Eduarda nasceu em 9 de janeiro de 2012 e começou no vôlei ainda na escola, depois de acompanhar o trabalho do treinador Felipe Lamana, que também era professor de educação física da instituição onde estudava. Segundo ela, o interesse pelo esporte surgiu de maneira natural, a partir da convivência com o ambiente dos treinamentos.

 

“Eu estudava na mesma escola em que o meu treinador era professor de educação física, e ele tinha um time da escola. Sempre via ele postando os treinos e achava aquilo um máximo”, contou.

 

A curiosidade fez com que ela começasse a pesquisar mais sobre o voleibol. Pouco tempo depois, decidiu participar dos treinamentos. A identificação com o esporte aconteceu rapidamente e passou a fazer parte da rotina da jovem atleta.

 

“Comecei a ir aos treinos e gostei muito. Foi aí que comecei a seguir essa rotina. Quase todas as noites eu treinava. Eu não gostava muito de parar em casa, então o vôlei foi algo que também me ajudou”, relatou.

 

O momento em que percebeu que queria continuar investindo no esporte aconteceu durante a primeira competição fora da cidade. A experiência despertou nela uma conexão ainda maior com o voleibol e com o ambiente competitivo.

 

“Quando fui jogar meu primeiro campeonato fora, foi ali que percebi que eu realmente gostava muito daquilo e que queria continuar”, afirmou.

 

Apesar do envolvimento com o esporte, Maria Eduarda explica que o início da trajetória foi marcado por inseguranças e cobranças pessoais. Ela destaca que um dos maiores desafios foi lidar com a falta de confiança e a necessidade constante de evolução.

 

“Foi a falta de confiança e muita autocobrança também. Para mim, eu tinha que melhorar sempre para chegar no nível das meninas mais velhas”, disse.

 

A dedicação aos treinos e competições também impacta diretamente a rotina familiar da atleta. Entre estudos, viagens e campeonatos, ela admite que o equilíbrio nem sempre é fácil.

 

“Na verdade, minha rotina fica bem desequilibrada. Eu quase não fico muito com a minha família, porque sempre que eles se reúnem eu estou em outra cidade em algum campeonato”, contou.

 

Mesmo com os desafios, Maria Eduarda destaca a importância do treinador Felipe Lamana em sua formação esportiva e pessoal. Segundo ela, o apoio e a confiança recebidos ao longo dos anos foram fundamentais para o desenvolvimento dentro das quadras.

 

“Foi ele que sempre me ajudou, confiou em mim e me tornou quem sou hoje”, afirmou sobre o treinador.

 

Representar Mato Grosso do Sul nas competições também é algo que a atleta trata com seriedade. Para ela, vestir a camisa do estado vai além dos resultados dentro de quadra.

 

“Carregar o nome de Mato Grosso do Sul nas competições representa muito orgulho e responsabilidade para mim. É uma honra poder representar meu estado fazendo o que amo, que é jogar vôlei”, destacou.

 

Ela afirma ainda que cada campeonato é uma oportunidade de demonstrar dedicação e esforço. “Cada competição é uma oportunidade de mostrar dedicação, esforço e levar o nome do Mato Grosso do Sul com respeito e determinação”, acrescentou.

 

Entre as experiências mais marcantes até agora, Maria Eduarda lembra com destaque da participação na Copa da Amizade, competição em que recebeu reconhecimento individual dentro da modalidade.

 

“A conquista mais marcante para mim foi quando ganhei o prêmio de melhor líbero e levantadora no campeonato Copa da Amizade”, disse.

 

Nos últimos anos, a atleta acredita ter evoluído principalmente no fundamento do levantamento, posição que exige visão de jogo, precisão e tomada rápida de decisões durante as partidas.

 

Antes dos jogos importantes, Maria Eduarda conta que procura controlar a ansiedade por meio da fé. Segundo ela, a oração é uma das formas encontradas para manter a concentração e a tranquilidade antes de entrar em quadra.

 

“Eu sempre rezo e peço para Deus aliviar minha mente e me ajudar a me concentrar dentro de quadra”, afirmou.

 

Sobre o futuro, a jovem atleta ainda não define se pretende seguir carreira profissional no esporte, mas garante que deseja continuar ligada ao voleibol pelos próximos anos.

 

“Eu ainda não sei se me vejo jogando profissionalmente, mas com certeza meu objetivo é continuar no vôlei, porque é uma coisa que eu amo fazer”, declarou.

 

Ao falar com outras crianças e adolescentes que desejam seguir no esporte, Maria Eduarda reforça a importância da identificação pessoal com aquilo que fazem e da confiança em si mesmos.

 

“Acreditem em si mesmos e vejam se vocês realmente estão em um lugar em que querem estar. Não façam nada forçado e aproveitem, porque o tempo passa rápido”, concluiu.

Comentários

Seu endereço de e-mail não será publicado. Os campos com * são obrigatórios.