Da Redação
Aos 26 anos, Débora dos Santos Oliveira lembra com orgulho o início de sua trajetória no jornalismo esportivo, quando encontrou no Esporte Ágil, site com 21 anos de história cobrindo o esporte em Mato Grosso do Sul, uma oportunidade para colocar em prática o que aprendia na faculdade. “Eu estava no penúltimo ano do curso de Jornalismo e precisava de um estágio. Então surgiu essa oportunidade”, contou.
Entre todas as coberturas realizadas, Débora destaca uma entrevista que jamais esquecerá: a conversa com o atleta paralímpico Yeltsin Jacques, pouco antes de ele conquistar a primeira medalha nas Paralimpíadas de Tóquio. “Foi a entrevista que fiz com o atleta Yeltsin Jacques antes de ele conquistar a primeira medalha nas Paralimpíadas de Tóquio”, lembrou, ressaltando a importância desse momento em sua carreira.
Mesmo diante das dificuldades de valorizar o esporte local, a jovem jornalista sempre encontrou motivação na determinação dos atletas. “A determinação de cada atleta entrevistado, principalmente das modalidades paralímpicas e também das lutas”, explicou, ressaltando como a dedicação dos esportistas inspirava seu trabalho.
O início da carreira trouxe desafios próprios da profissão. Para Débora, o momento mais desafiador foi a primeira entrevista de estúdio. “Estava muito nervosa, mas no fim deu certo”, recorda, lembrando que a experiência contribuiu para seu crescimento profissional.
Quando perguntada sobre histórias de bastidores, Débora não se recordou de nenhum episódio específico. No entanto, destacou a contribuição do Esporte Ágil para o esporte em Mato Grosso do Sul: “Dar oportunidade para a divulgação de esportes e atletas com pouco reconhecimento. Essa visibilidade os ajudava a serem notados por possíveis patrocinadores”.
Sobre o panorama atual da imprensa local, ela acredita que o esporte regional tem ganhado mais espaço, mas que ainda há muito a melhorar. “Esse olhar tem ganhado mais espaço, mas ainda há muito o que melhorar”, comentou, reafirmando a necessidade de atenção contínua às modalidades e atletas menos conhecidos.
Quando questionada sobre quem mais a impressionou durante sua trajetória, Débora não hesitou em citar Yeltsin Jacques. “Yeltsin Jacques”, afirmou, destacando a força e a determinação do atleta.
Participar da história do Esporte Ágil teve impacto pessoal e profissional para a jornalista. “Foi uma oportunidade de crescer e aprender muito como profissional”, disse, lembrando a importância de cada experiência adquirida no site.
Para os que continuam a missão de cobrir o esporte local, Débora deixa uma mensagem clara e inspiradora: “Criatividade. Nesse ramo, ser criativo é essencial. Não fale apenas sobre o esporte, mas também sobre todo o trajeto que fez com que esses atletas persistissem nessa jornada”.
Nossa história - Ao longo desses 21 anos, o Esporte Ágil não foi apenas um veículo de notícias: foi escola, trincheira, ponto de partida e, muitas vezes, abrigo para quem acreditava que o esporte sul-mato-grossense merecia mais do que notas de rodapé. Cada jornalista que passou por aqui deixou sua marca, ajudando a construir uma história feita de compromisso com o que é nosso.
Esta série de reportagens é uma homenagem a todos que escreveram nas madrugadas e acreditaram que cada atleta, técnico ou projeto local tinha uma história que merecia ser contada.